• Armazém na Estrada

Sonhos Surreais

um poema por Samuel da Costa



Quando os meus nevoentos

Sonhos surreais

Não te sonharem mais

Eu te apagarei completamente

Do palácio das memórias

Perdidas

Quando os meus abissais

Desejos lascivos por ti

Não te desejarem mais

E a mais negra escuridão

De todas as noites

Sem fim

Se se abaterem em mim

Eu estarei morto para a vida

Quando o astro-rei se pôr

No horizonte perdido

Vou incinerar no arrebol

Todos os versos agrafos

Que compus para a divina afra Luna

Então não sobrará mais nada de mim



Poema integrante do livro HIPER-GRAFIA (Editora IpêAmarelo), publicação conjunta de Clarisse da Costa e Samuel da Costa. Para adquirir, clique aqui!


Samuel da Costa é poeta em Itajaí, Santa Catarina.

22 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo