• Armazém na Estrada

Regras OU Período

um poema por Kamilly Barros

poema publicado na antologia

'Sala de espelhos : poetas e poemas'.

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o verso desce no ritmo da contração no fluxo vem a fonte e a margem (a terceira margem do ser-mulher) no impulso irradia-se a estrofe para as coxas a cabeça lateja o compasso; o percurso da palavra-sangue

​o tempo é o entre uma expansão & outra (o calendário é o do ciclo) a pausa é quando não dói: alivio e respiro o espaçamento o tom do poema é um vermelho-sinestésico

Kamilly Barros nasceu em Brasília, DF. Mãe do Manoel. Licenciada, bacharel, mestre e doutoranda em História pela Universidade Federal de Goiás. Pesquisadora e bolsista da Capes nas áreas de História, Literatura e Filosofia. Feminista, luta por um mundo onde caiba o singular e o coletivo, onde não falte nem a arte nem o pão. Autora do "Emissões", livro de poesia publicado pela Absurtos Editora em 2021.


Antologia poética Sala de Espelhos - poetas e poemas. (org. Chris Resplande)


Nela, mestres consagrados como Lêda Selma, Luiz de Aquino, Maria Helena Chein, Edival Lourenço, Sônia Elizabeth e Hélverton Baiano, autores que criam poesia sofisticada, lírica, dramática, romântica, cínica, provocativa, eventualmente irônica, estão reunidos neste livro a jovens talentosos como José M. Umbelino Filho, Kamilly Barros, Rafa Blat e muitos outros. Ao todo são 30 autores, não só de Goiás, mas de diversas partes do Brasil. Poetas que não cabem nas fronteiras de seus municípios, estados e país. Dialogam com o mundo e a internet favoreceu tal diálogo. Essa coletânea é fruto de um projeto que previu encontros entre autores via lives, onde apresentaram e comentaram seus trabalhos, agora reunidos em uma só iniciativa cultural.


A responsável por promover essa reunião poética foi a escritora, socióloga e advogada Chris Resplande, ela mesma uma das trinta vozes poéticas que povoam essas páginas. Se é verdade que nomes são destino, Chris Resplande carrega muita responsabilidade, sobretudo a partir do momento em que decidiu resplandecer por meio da literatura. Mais ainda, quando decidiu trazer consigo outras luzes. Afinal, quem escreve, mesmo que não reconheça imediatamente, escreve para brilhar, para resplandecer. Esse brilho pode ser um brilho humilde, pode ser um brilho pretencioso, pode ser um brilho evocativo, mas sempre será um brilho que derrama.


Ademir Luiz, Presidente da UBE Seção Goiás


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